Outdoor, rádio, flyer? Tem gente que nem lembra…

Falar de off-line em alguns lugares é como usar uma palavra obscena na conversa, tem muita gente que sequer considera a possibilidade de usar algo off-line em sua estratégia de comunicação. 

As mídias off-line ainda são fortes e impactantes para diversos públicos e em diversos tipos de atividade econômica. Não são todos os negócios que funcionam bem só com o ambiente digital. Muitos varejos, por exemplo, captam consumidores apenas com um ponto de venda físico e um belo letreiro iluminado – bem off-line. 

Quando falamos de TV aberta, outdoors e flyers distribuídos nas ruas da cidade questionamos quem pode estar sendo impactado. A grande dificuldade é medir isso. Porém, não há como negar que ainda existe uma quantidade considerável de consumidores que acessam o mundo off-line. Surpreendentemente veículos de comunicação ainda cobram muito caro para exibir mensagens publicitárias em sua programação – o que indica que ainda há público (audiência) para esses meios. 

Um aspecto que não pode ser negado é que muitos desses meios agem como forma de mídia de apoio, como sistema de reforço de lembrança. Uma forma de criar um mind-set permanente. Isso é bom, mas, não serve para todos os negócios. 

 

Preciso escolher entre uma e outra?

Com tantas ressalvas e variáveis que devem ocorrer no processo de montar uma estratégia de comunicação com o mercado fica a pergunta: usar ou não usar a integração entre o on-line e o off-line?

Responder a essa questão precisa de análise de algumas características de cada anunciante:
1- Tudo começa com o tipo de clientes (seus hábitos);
2- Depois análise da concorrência e sua intensidade;
3- Um produto, que venda, e analisar como ele está posicionado em preço e qualidade;
4- Nível de conhecimento do seu produto pelo público;
5- Avaliar a frequência média de compra do seu produto.

Isso gera um ranking de expectativa de conversão. Ou seja, dá para avaliar com que força será preciso atuar no mercado. Caso seu produto tenha muita concorrência pelo INSTAGRAM e seja um produto de alta frequência de compra, será necessário utilizar outros meios para reforçar mind-set. Nesse caso fica bem colocar sua marca em um front-light, por exemplo.

O que é muito interessante neste caso, é lembrar que cada mídia tem uma vocação especial para cada tipo de consumidor. A pergunta que deve ser feita é: Como você fará sua comunicação para atingir com eficácia o seu público?

 

Mas, estratégias off-line não são caras?

Sim, é caro (claro que isso é relativo ao seu faturamento). Mas, caro é um adjetivo que deixa de existir quando a empresa começa a ter giro e negócios fechados. Então o ideal é montar um plano, colocar valores e estabelecer metas. Dessa forma é possível avaliar o retorno do seu investimento. 

Nesse caso, se pensarmos que terá que gastar 5, 10 ou 50 mil reais em um mês com mídias (on e off)  será melhor não se impressionar com os números, mas focar no resultado.

Então, não se restrinja a um tipo de mídia, amplie horizontes. Faça campanhas com diferentes abordagens. E, sempre, avalie os números. 

aAldeia é uma empresa 100% digital, mas com um pé no Off-line. Nosso time é completo, com profissionais que vão te ajudar em todas as áreas de comunicação da sua empresa. Entre em contato deixe a aAldeia avaliar quais estratégias vão trazer mais resultados para você!

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