A fragmentação das mídias

As mídias se fragmentaram em dezenas em poucos anos. Em uma época remota as mídias se concentravam em restritas opções. Voltando no tempo, a mídia era a própria voz que soava no mercado público. A evolução do papel e a invenção do rádio deixou o mundo menor e a comunicação com um viés de tecnologia. Depois disso, cinema, TV e internet. Esse conjunto de meios de comunicação criou um novo e ainda pouco entendido sistema de comunicação com o consumidor. Esta é a realidade da fragmentação das mídias.


O grande desafio é fazer escolhas entre as diversas opções, com a limitação de orçamento e tempo para alcançar os resultados esperados. A fragmentação das mídias é dinâmica e tende e aumentar com o empoderamento das pessoas em criar seus próprios meios – graças a tecnologia acessível e de menor custo de aquisição. A complexidade não para por aí. Um ponto que tempera tudo isso é o controle que as pessoas têm em entrar, sair e interagir. Ora estão no off, ora estão no online. Comentam, compartilham e até se omitem.


O grande desafio de comunicar e dar publicidade para uma marca – nos tempos atuais – é fazer com que o consumidor diga, no ato da compra se aprovou a campanha de comunicação. O resultado de vendas é a experimentação da estratégia de comunicação e da estratégia de mídia. Fazer escolhas quando se trata de mídia necessita de conhecimento, sensibilidade e estratégia. Sempre atento ao que está surgindo no mercado.


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